Mude ou morra – parte 2

Mude ou Morra – parte 2
As mentes pensantes da atualidade dizem: você vai ter que aprender para sempre. Então mudar é fundamental na vida e no esporte, também.
“Todos os dias milhões de pessoas têm ideias ótimas no chuveiro. Se elas terão sucesso depende de que farão quando terminarem o banho” Mude ou morra dos autores Renato Mendes e Roni Cunha Bueno.
O foco é muito importante

Segundo o livro, é fundamental a capacidade das pessoas para execução do projeto.
Donos de academias, clubes e cursos sabem que muitos tem boas intenções, mas poucos realmente transformam isso em ação. Os alunos não comparecem nas aulas depois de fazer a matrícula. É bom para o dono? Não, porque as pessoas não dão seguimento ao sonho de aprender, entrar em forma, emagrecer e melhorar o que esteja nos planos. Os professores perdem a motivação e a academia para de investir. Enfim, o foco de todos muda.

Saber dizer não ao joio e sim ao trigo

Diz respeito a esse foco necessário. Os autores do livro falam da subvarolização do foco, que faz sim a diferença nos realizadores nesse mundo. Mundo com excesso de informação mas com falta de objetivos claros.
Ganhar dinheiro
Se esse for seu motivo para levantar cedo todos os dias, boa sorte. Tem que ter mais que isso para trabalhar oito horas por dia. Eu digo, tem que ter amor. Felizes os que podem trabalhar com amor ao trabalho ou missão de vida. Tudo fica mais fácil.
Foco e a nossa capacidade de execução

O foco depende de bons hábitos. Segundo os experts, são necessários 3 semanas para se criar bons hábitos. Logicamente hábitos bons e consistência são fundamentais para as mudanças.

Alunos que resistem a mudança

A coisa mais complicada no tênis e no Beach Tennis também é o aluno chegar e não conseguir mudar a pegada da raquete: isso é fundamental para a evolução. Se o aluno não muda, não consegue evoluir. Não tem a base da evolução. Aí o professor cansa, e precisando de dinheiro, para não ser chato e repetitivo deixa assim mesmo.

O que impede você de partir para o novo?

Segundo o autor, o medo. O medo paralisa. E se eu mudar e piorar. Aí vou perder de fulano, tenho status, uma reputação a zelar…

“COMECE LOGO, FEITO É MELHOR QUE PERFEITO”
O livro fala de você ganhar 10 milhões e não precisar mais trabalhar para sobreviver. O que faria? Mudaria? Mude já! Indo mais além Renato e Roni falam que a dor e o prazer são os motores do comportamento humano. Então para mudar tem que ter dor ou for dar mais prazer. Quando perdi meu emprego de executivo na multinacional, veio a dor de não ter mais cartão corporativo, carro da empresa, status de executivo e o cheque mensal. Até hoje sinto falta dessas coisas. Mas veio o prazer de descobrir coisas novas, inclusive a paixão pelo tênis e Beach Tennis, o coaching, escrever. E ainda o que me falta descobrir e aprender. Não ganho metade do que ganhava, trabalho tanto quanto ou mais mas hoje meu trabalho me dá muita satisfação. Ver um pupilo bem sucedido, um artigo bem escrito é bem gratificante.

 

O negócio do seu sonho

Nessa parte os autores falam de formas e fórmulas para entender e começar seu negócio. Sugiro comprar o livro se é esse o seu intuito é estudar as fórmulas, bem interessante.
Infelizmente, ninguém vai correr atrás de seus sonhos, ao contrário, talvez tentem barrar seus planos se não estiverem de acordo com o deles? Principalmente que seus sonhos estejam em linha com o que o dono queira. Feliz aquele que tem um bom chefe. Geralmente o dono quer: ganhar mais dinheiro que você, pois é o dono; merece, ótimo!
O “dono/ chefe” não merece?
Não importa, ele vai ganhar mais que você sempre…. e trabalhar menos que você. Acostume-se ou mude de trabalho.
Cultura do uau!
Isso que o cliente quer, e você quer isso no seu esporte, dia a dia? Uau que top, que legal!!!!? Para isso talvez tenha que mudar.”Reinvente-se sempre, MUDE OU MORRA”Leia no blog o Mude ou morra parte 1(http://www.beachtennisonline.com.br/mude-ou-morra-no-esporte-parte-1/)

Se você puder leia também resoluções de Ano Novo: http://www.beachtennisonline.com.br/resolucoes-de-final-de-ano/

Acabando de escrever esse artigo , recebi um convite para trabalhar fora do Brasil. Aceitei! Aguarde o próximo post!

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