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Sou apaixonado por tênis. foto-perfil-beto-1Jogo desde os 8 anos de idade, quando comecei no Ipê Clube.

Meus dois primeiros anos foram lá, onde só tinha 30 minutos de aula e não era permitido jogar na quadra. Só batia paredão! Era assim antigamente…

Mesmo assim minha paixão só cresceu.

Chegava a bater quatro horas de paredão aos sábados e domingos. Haja paciência!

Chegou uma hora que tinha certeza que queria (e deveria) ser profissional desse esporte que amava tanto. Sempre estava entre os top 5 juvenis do Brasil.

Como aqui o tênis não tinha muito apoio, resolvi fazer High School nos EUA, mais especificamente na Califórnia. Eles davam muito destaque ao tênis e nosso time era tão bom que ganhávamos das universidades!

Depois do High School, joguei em várias Universidades por lá, sempre com bastante destaque. O ponto alto foi na Universidade de Utah: me deram 100% de bolsa e chegamos ao top 20 dos EUA.

Chegou a hora de virar pro

Logo chegou a hora da verdade: virar pro! Quem conhece um pouco a vida no tênis, sabe que virar profissional é caro, porque você precisa jogar torneios em muitos lugares.

Eu não tinha esse dinheiro todo, mas mesmo assim segui, fazendo tudo “on a budget”. Fui pra Europa. Por lá, a gente dormia em barraca, estação de ônibus, no clube, enfim, onde dava.

Pra fazer um dinheiro extra, encordoava raquetes nos torneios. Não tinha grana pra voltar pro Brasil e por isso, o que era para durar poucos meses, durou um ano inteiro. Fiquei treinando por lá e foi sensacional.

Cheguei a treinar com o Guy Forget, que foi décimo do ranking da ATP. O cara era muito bom, só levei bolada! Fiz pontos na ATP e meu melhor ranking foi 655 em simples e 520 em simples.

Pelos estudos, parei com o tênis profissional

Mas vida no tênis profissional é dureza. Como recebi uma bolsa de estudos para um mestrado em Administração de Empresas da University of South Carolina nos EUA, resolvi parar o tênis profissional.

Finalizado o mestrado, comecei a trabalhar para um empresa multinacional no ramo da eletrônica, na área de vendas, por 20 anos. Viajei bastante pelos EUA, México e Europa.

Nesse período, não parei de jogar tênis: mantive os treinos e jogava tour de final de semana.

Fiz ainda um segundo mestrado em Psicologia e Educação nos EUA, quando descobri vocação e amor em ajudar as pessoas a desenvolver o potencial. Fui assistant coach de tênis de duas Universidades.

A volta ao Brasil

Quando voltei ao Brasil, passei a dar treinos em uma academia na cidade de São Paulo, chamada Vip Tênis, do meu amigo Adalberto Mota.

Segui jogando torneios de ITF para seniores e cheguei ao ranking #5 do mundo. Fiquei muito feliz com esse resultado mas ainda queria mais.

Treinava cada vez mais, mantinha a alimentação equilibrada (não como açúcar desde nem me lembro quando) e participava de muitos torneios. Fazia (e ainda faço) yoga, pilates, fisio e bike para me manter 100%!

Por mais que a preparação fosse boa, outra coisa começou a pesar: a idade!

Já não conseguia mais jogar sem dor: os “day after” dos torneios eram insuportáveis. Cada vez mais contusões e dores. Cheguei a conclusão de que não dava pra manter aquele ritmo.

Fui diagnosticado com osteo-artrose no quadril. Foi a gota d’água: tinha que mudar rápido.

Entra em cena o Beach Tennis

beto-junior-treino-caixaPor uma destas coincidências da vida, comecei a conhecer melhor o Beach Tennis. Meu amigo Marcus Vinicius Ferreira me levou pra jogar e vi que daria pra jogar mesmo com aquele problema que tinha.

Não abandonei minhas aulas de tênis de quadra, claro. Mas o Beach Tennis me abriu as portas para jogar novamente com prazer e sem dor.

Comecei jogando no cimento no Parque Villa Lobos. Joguei alguns torneios e fui 3o lugar Categoria A dupla mista, campeão categoria B dupla mista e  campeão de simples Categoria C.

Fiz cursos com os melhores do mundo de Beach Tennis e estou sempre procurando evoluir e aprender para ajudar os alunos.

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